Cresce e Educa



29 Apr 11

Alguns elementos desconhecia, como as salas de 3 anos terem no máximo 15 crianças; as casas de banho em creche terem que ter bacios. Aqui fica para dar uma olhadela:

Esta é uma animação que encontrei da Deco Proteste que indica os elementos fundamentais a ter nas duas respostas sociais para que exista qualidade, conforto e segurança.

27 Apr 11

Se a vontade e a capacidade de aprender são inatas, logo a avaliação passa e provem de um conjunto de momentos, na qual a apreciação das competências são feitas sobre diversas formas e em vários períodos temporais.
Segundo diversos autores, o conceito de Avaliação é polissémico .Santos (2000), Machado & Gonçalves (1991); Pacheco (1996); Afonso (1998); Formosinho & Parente (2004), defendem que é um termo complexo e com um vasto campo semântico. Daí, o próprio conceito de avaliação depender do significado que é atribuído por cada um dos avaliadores.
A avaliação na educação de infância é indispensável em todo o processo de ensino/ aprendizagem. Segundo o Dicionário de Língua Portuguesa (1998) Avaliação, significa “Calcular; determinar o valor de; apreciar (…)”. Tendo em conta a problemática deste conceito, e sendo esta uma das dimensões mais importantes do contexto das reformas educativas das últimas décadas em Portugal, é a partir da Lei de Bases do Sistema Educativo   e até aos diferentes documentos e textos legislativos de enquadramento, quer dos programas e currículos, quer da regulamentação da carreira docente ou das autonomias das escolas, que a avaliação tem sido um aspecto constantemente referido.
Em 1986, em Portugal galanteou-se a uma alteração dos princípios subjacentes à organização do sistema educativo. No que se refere à Educação Pré-escolar, a Lei -Quadro (Lei nº5/97) enunciava o Principio Geral e os Princípios Pedagógicos. Estes mesmos objectivos constituíam, os referentes de actividades educativas e as aspirações que a sociedade desejava ver concretizadas a nível educativo. Assim, estes objectivos proporcionam aos profissionais, uma grande autonomia e um poder de decisão curricular, quer na construção, quer na sua implantação. O principio geral estabelece que: “ (…) a educação pré-escolar é a primeira etapa da educação básica no processo de educação ao longo da vida (…)”, ( Orientações Curriculares, 1997: 15).

Nas Orientações Curriculares para a educaçaõ Pré-escolar, documento que fornece directrizes para a educação de infância, imanado pelo Ministerio de Educação, as aprendizagens “(…) acentuam a importância de uma pedagogia estruturada, o que implica uma organização intencional e sistemática do processo pedagógico, exigindo que o educador planeie o seu trabalho e avalie o processo e os seus efeitos no desenvolvimento e na aprendizagem da criança” (Orientações Curriculares, 1997: 18), mais acrescenta que “(…) avaliar o processo e os efeitos, implica tomar consciência da acção para adequar o proce

sso educativo às necessidades da criança e do grupo e à sua evolução”. (Orientações Curriculares, 1997: 27).
Neste encadeamento de ideias, tendo em conta o Decreto – Lei nº24 relativo ao Perfil Específico de Desempenho Profissional do Educador de Infância (ME, 2001), ao qual aponta para o papel do educador, Oliveira e Gaspar (2004: 452) aludem para o “avaliar, numa perspectiva formativa, a sua intervenção, o ambiente e os processos educativos adoptados (…)”.
Parente (2003) destaca o facto de o educador dever articular as diferentes áreas de conteúdo, interligando o currículo implementado com as práticas de avaliação, adequando sempre, à idade das crianças. Ainda nesta perspectiva, a mesma autora defende que, perante todos os desafios que os Educadores de Infância são colocados nos dias que correm – os primeiros educadores formais na vida da criança – evidencia-se a responsabilidade de construir um sistema de avaliação compreensivo, como forma de realizar a avaliação na Educação de Infância.
Avaliar é fundamental em qualquer actividade educativa, isto é, faz parte de qualquer processo educativo. Segundo Roldão (2004: 39), avaliação educacional surge “como uma entidade mal amada, o mal necessário, uma espécie de mancha negra neste mar azul que poderia ser o ofício de ensinar (…)”. Também Alves (2004: 31) afirma que a avaliação “(…) tem vindo, ao longo das épocas, a adquirir uma grande variedade de significados, de acordo com a evolução da própria sociedade: alterações económicas, sociais, políticas e culturais originaram diferentes concepções de educação e, consequentemente, diferentes modelos de ensino aprendizagem e de abordagens de avaliação”.
Assim, é dever dos educadores terem a responsabilidade e desenvolverem processos pedagógicos que conduzam à melhoria da aprendizagem e do ensino, valorizando as modalidades formativas que permitam ao aluno aprender a desenvolver-se. Para tal, a avaliação não pode ser desligada nem do contexto, nem dos seus actores, uma vez que avaliar é um acto pedagógico que requer uma atitude e um saber específico que permitam desenvolver estratégias adequadas, tendo em conta os contextos de cada criança e do grupo, no respeito pelos valores de uma pedagogia diferenciada.

 

 

19 Jan 11

Coisas lindas, bonecos de neve, e bonecadas. Não há decoração melhor do que aquela realizada pelas crianças. Chapéus de chuva pintados coloridos e mais sei lá o que. Não há nada que ultrapasse a beleza das conquistas das crianças nas actividades.

De tudo, não queria infeitar a minha sala com todas aquelas decorações padronizadas, muito menos feitas por mim ou pela minha auxiliar.
Orgulhosamente digo que as crianças já reconhecem o seu trabalho pendurado. Entram na sala e dizem aos pais “é minha”. :)

Para ajudar aos trabalhos realizados com a digitinta (água, farinha, corante azul e sal, so para dar textura) coloquei um chapéu de chuva, real, no centro da sala. Tem feito sucesso junto das minhas crianças.

Que tal? Bonito, único e personalizado?

12 Jan 11

Tendo em conta as características e os elementos a respeitar na organização do espaço que já reflecti aqui e aqui, surge um desafio: aplicar a teoria na prática.

Para mim não há sentimento melhor do que ter a minha sala e ter na minha mão, não a educação de dez crianças, mas o privilégio de ajudar no desenvolvimento de dez sujeitos que serão futuros cidadãos autónomos, livres e solidários na nossa sociedade e ainda poderão ter um papel fundamental na nossa sociedade e na construção do futuro do próximo.
Procuro portanto fornecer as ferramentas essenciais e mais importantes às minhas crianças para que elas possam definitivamente deixar um marco no futuro.

No inicio do ano, com os escassos materiais que tinha, disponha apenas de uns brinquedos de interesse sonoro e visual mas que não funcionavam, de legos e livros.

O primeiro passo a dar e para o qual não precisei de pensar duas vezes foi etiquetar as caixas que adquiri para separar os brinquedos. Há medida que fui somando mais brinquedos, diferentes, surgiam mais caixas. Inicialmente metia os brinquedos e eles exploravam, só quando observava que eles já sabiam o que continha naquela caixa é que com eles colocava as etiquetas.

E realmente tudo se constrói na sala se observarmos os comportamentos das nossas crianças e compreendermos o que os mesmos indicam. As minhas já sabiam de trás para a frente e de frente para trás o que cada caixa continha e se tinham desarrumado as bolas onde é que as tinham de guardar. Os brinquedos já estavam mais do que explorados e eles não se entretinham tanto com eles. Tinha de fazer alguma coisa para provocar o interesse das minhas crianças na hora de brincadeira livre (ou de trabalho autónomo).

Realmente as crianças chamavam-me muito para ir brincar com elas. E quando eu me sentava ao pé delas a brincar elas sossegavam e ficam imensamente interessadas naquilo que se estava a passar e acabávamos por participar todos na brincadeira. Eu sempre me sentei junto das crianças para brincar com elas, ao nível delas. Mas por vezes quando tinha que fazer outras coisas, mais não fosse mudar uma fralda, elas desorientavam-se sempre. Isto levou-me a pensar que as crianças precisavam de momentos de aprendizagem orientados. Mas eu não queria que elas se interessassem naquilo que estavam a fazer apenas quando eu estava presente!

Tudo bem que na planta construída, a minha sala de 1 ano se denomine “Sala parque” e isso chateia-me porque parece que é para as crianças passarem do dia na brincadeira e não fazerem nada, ou seja, desvalorização total das capacidades das crianças; e só a partir dos dois anos é que se intitula “Sala de actividades”… Mas eu estou decidida a acabar com esse termo. Para isso apenas necessito de: observar, observar, observar, reflectir, reflectir, reflectir e AGIR.

10 Jan 11

O espaço é um acumular de recursos de aprendizagem e desenvolvimento pessoal. Justamente por isso, é tão importante a organização dos espaços de forma a que se constitua um ambiente rico e estimulante de aprendizagem.

No entanto, quando planeamos essa organização devemos ter em conta que existem elementos que condicionam essa mesma organização do espaço, não só na creche como em outros níveis de escolaridade.

Em muitos locais de muita chuva ou de temperaturas fortes é necessário prever a existência de espaços cobertos para realizar os recreios. O ambiente pode fornecer-nos espaços que podem ser utilizados como espaços alternativos ou complementares para a realização de certas actividades. O espaço de que ele dispõe transcende, assim, as quatro paredes habituais da sala de aula.

Segundo Hennings (1978), a sala de actividades “(…) fixa de modo permanente as actividades a realizar já que afecta o comportamento das pessoas dentro desse espaço e a maneira como se comunicarão umas com as outras.”. O mobiliário e os materiais podem condicionar em dois aspectos: a quantidade, excesso do mesmo ou falta, o importante é que existam os suficientes para proporcionar um trabalho rico; e o tipo, nos materiais: variedade de materiais, a segurança, a organização.

Ainda assim existem dois elementos essenciais a considerar: as crianças e os educadores. A idade das crianças condiciona fortemente o nível de autonomia e o seu leque de competências, ao que se deverá equacionar a forma de organização tendo em conta aquilo que as crianças já demonstram ter capacidades para ou se estão aptas para as adquirir. Ainda as necessidades que elas apresentam, que variam bastante, momentos de sossego – proporcionados quando a criança precisa, o que implica um espaço apropriado para tal fim – como momentos de agitação; estes dois momentos indicam uma necessidade de separação dos espaços para que quando as crianças estão mais agitadas e a desenvolver actividades mais energéticas não incomodem as outras. No entanto deve-se procurar ter em conta as características dos locais do qual procedem desenvolvendo uma dupla função: vincular os interesses e actividades habituais das crianças e, ao mesmo tempo, abrir novos horizontes.

Um elemento fundamental nos educadores é o modelo educativo que adoptam. E isto implica os valores e a ideologia de cada um, que fazem parte da sensibilidade que se é capaz de levar para o seu trabalho educativo. A experiência profissional pode ser factor de melhoramento da sua prática pedagógica ou indicador de inércia que, às vezes, é difícil interromper. E ainda, mais ou menos criatividade que o educador possui no momento de criar alternativas para projectar o espaço. Neste âmbito considera-se que a organização do espaço não é estanque e que ela evolui com o grupo e assim é modificada quando é necessário. A organização do espaço deve também responder às exigências apresentadas pelos diferentes métodos quanto à realização de actividades e momentos da rotina, implicadas aqui as áreas de actividades que as salas possuem.

Se tivermos em conta o grande poder do ambiente como facilitador, segundo Zabalza (1987), perceberemos a importância de fazer um planeamento dos espaços que seja coerente com os nossos modelos metodológicos.

07 Jan 11

Zabalza (1987), refere-se ao espaço como uma estrutura de oportunidades e contexto de aprendizagem e de significados.

Quando reflectimos sobre a organização do espaço da nossa sala de actividades deveremos considerar aquilo que maioritariamente existe e que motiva o funcionamento das actividades e do trabalho na nossa sala: o mobiliário e os materiais didácticos. Um espaço dividido em diversas áreas ou em espaço aberto com mobiliário variado, com uma estrutura definida, irá proporcionar às crianças não apenas diferentes dinâmicas de trabalho como também uma diferente relação adulto/criança. Os materiais didácticos constituem outro indicador válido do tipo de actividades que as crianças realizam e da forma como a creche enfrenta as necessidades das crianças pequenas. Na seleção destes materiais devemos ter em conta a sua procedência, uma vez que os materiais comportam implicitamente alguns valores e uma determinada concepção metodológica; a sua disposição e apresentação levam a que a exploração individual crie diferentes dinâmicas de trabalho na sala de actividades o que irá diversificar e facilitar as interacções das crianças.

Como tudo deverá ser desenvolvido tendo em conta as crianças. O espaço deverá ter uma organização dos materiais apta para eles, ou seja, devem estar ao alcance das crianças, onde a sua organização apresenta uma estrutura lógica, e que estejam rotulados e devidamente etiquetados, para que seja marcada uma relação diferente das crianças com os objectos. Todos estes factores contribuem inevitavelmente para sugerir e estimular diferentes tipos de actividade, tendo em conta que os materiais são provocadores da actividade infantil e, portanto, a leitura do tipo de materiais que há dentro da sala de aula oferece uma boa ideia do tipo de trabalho que é realizado na mesma.

Voto plenamente na decoração da sala elaborada pelas crianças, no entanto, isso não implica que o educador não utilize algumas decorações essenciais que fomentem exclusivamente a educação para a sensibilidade estética da criança, transformando a decoração num conteúdo de aprendizagem.

05 Jan 11

As sestas geralmente acontecem num pequeno período de tempo, e acontecem no final da manha ou à tarde.
As crianças que dormem a sesta, são crianças mais sociáveis, bem dispostas, atentas, adaptadas, mais concentradas, no mundo que a rodeia ao longo do dia.

À medida que vão crescendo o organismo das crianças pede períodos de descanso mais curtos:


A partir do momento em que nascem, os bebés têm uma imensa necessidade de descansar, basicamente comem e dormem. Aos 12 meses deixam de necessitar de dois períodos de repouso, e estendem mais a sesta da tarde. Por volta dos 30 meses, praticamente todas as crianças já só necessitam de uma sesta. O aumento da autonomia e da tentativa de independência, trás por vezes resistências a estes períodos de repouso. Não os elimine completamente, se necessário reduza-os ligeiramente, apenas.
Com 36 meses a sua criança ainda deverá dormir a sesta todos os dias da semana, mas apartir deste momento é normal que para ela não seja necessário. Ela começa então a descer consideravelmente em relação a necessitar de um período de repouso. No entanto, ocasionalmente apague tudo e deixe-a dormir. A partir dos 48 meses ela irá dormir sempre que necessitar.

01 Jan 11

Moleiros e Carvoeiros


No tempo em que as velas dos moinhos rodavam ao vento, um moleiro, todo enfarinhado de carregar com sacas de farinha, cruzou-se, na estrada, com um carvoeiro todo enfarruscado de carregar com sacas de carvão.
Esquecemo-nos de dizer que ao lado do moleiro ia o filho do moleiro e ao lado do carvoeiro, o filho do carvoeiro. Nesse tempo também, os filhos dos moleiros não tinham outro destino senão ser moleiros e os filhos dos carvoeiros não podiam ambicionar outra vida senão ser carvoeiros.

- Ó pai, já viste aqueles dois tão sujos que ali vão? – disse o filho do moleiro para o moleiro.
O filho do carvoeiro ouviu o comentário e não gostou. Aliás, o pai também não gostou.
- Sujos vão eles – lançou o garoto do carvoeiro.

Carvoeiros e moleiros pararam na estrada, enfrentando-se com ar de poucos amigos. Quem está sujo, quem não está sujo, o certo é que, depois de algumas más palavras trocadas em despique, os dois miúdos engalfinharam-se à zaragata. E os pais atrás deles.

Mãos que ameaçam, murros que se cruzam, joelhadas que fervem, e os que estavam brancos ficaram manchados de preto e os que estavam pretos ficaram manchados de branco. De mistura com o pó da estrada, uma nuvem cinzenta – cinzenta de carvão e farinha – rodeou os contendores.

Correu gente dos campos próximos a apartá-los. Não foi sem custo que os separaram, magoando-se tanto os que pediam paz como os que faziam guerra. Então um velho de respeitáveis barbas, que com os outros camponeses acudira à contenda, falou assim:
- Tão tolos são os filhos como os pais. Vejam-se agora, reparem nos nossos fatos e digam se não estão mais sujos do que estavam?

Realmente já se não distinguia qual o moleiro e qual o carvoeiro.
- Se tivessem dado um abraço, em vez de bulharem, o resultado teria sido o mesmo – continuou o velho. – E, realmente, porque se não hão-de abraçar estes trabalhadores honrados, orgulhosos da profissão que escolheram e dos fatos de trabalho que envergam? Vá, dêem um abraço, rapazes!

Os garotos, um pouco reticentes, abraçaram-se. Os homens, um pouco contravontade, abraçaram-se.
- Ena, que sujo que eu estou! – riu-se o filho do carvoeiro.
- Não estás menos do que eu – riu-se o filho do moleiro.
Riram-se os filhos. Riram-se os pais. Toda a gente riu com gosto e a história acaba aqui. E bem.

retirado de: História do Dia

01 Jan 11

O Creche deseja a todos um ótimo 2011.

Que este ano que se inicia seja repleto de saúde. Porque com saúde conseguimos contornar tudo e atingir os nossos objectivos.

01 Jan 11

1. As minhas mãos são pequenas: por favor não esperem a perfeição ao fazer a cama, desenhar, atirar e agarrar uma bola. As minhas pernas são pequenas: por favor abrandem para eu vos poder acompanhar.

2. Preciso de encorajamento para crescer. Por favor sejam brandos nas vossas críticas. Lembrem-se: podem criticar o que faço sem me criticarem a mim.

3. Os meus olhos não vêem o mundo do mesmo modo que os vossos. Por favor deixem-me explorá-lo em segurança. Não me impeçam de o fazer sem necessidade.

4. Os meus sentimentos ainda estão tenros. Não impliquem comigo o tempo todo. Tratem-me como desejariam ser tratados.

5. As tarefas domésticas estão sempre a precisar de ser feitas. Só sou pequeno por pouco tempo. Por favor percam tempo a explicar-me as coisas deste fantástico mundo em que vivemos e façam-no de boa vontade.

6. Por favor não vão “fazer por cima” tudo o que eu faço. Isso dá-me a ideia de que os meus esforços nunca alcançam as vossas expectativas. Sei que é difícil, mas não me comparem a outras crianças.

7. A minha existência é uma dádiva. Cuidem de mim como é esperado, responsabilizando-me pelas minhas acções, dando-me linhas de orientação e disciplinem-me de um modo afectuoso.

8. Por favor não tenham medo de ir passar fora um fim-de-semana. Os filhos precisam de férias dos pais como os pais precisam de férias dos filhos. É uma bela maneira de mostrarem como a vossa relação é especial.

9. Por favor dêem-me a liberdade para tomar decisões que me dizem respeito. Deixem-me falhar, para que eu possa aprender com os meus erros. Assim, um dia estarei preparado para tomar as decisões que a vida me exigirá.

10. Por favor dêem-me todas as oportunidades para eu aprender e bons exemplos para eu seguir. Assim poderei tornar-me numa pessoa verdadeira, recta e humana.